Oiço os gritos lancinantes das ruínas
que me arrastam para o abismo
do silêncio
e entre o pó da pedra
e entre o pó da pedra
já transfigurada
encontro um leito
em que me prostro e adormeço.
Não sei levar nos ombros a solidão
errante num labirinto
de lágrimas
e vozes díssonas.
Corro na linha
Corro na linha
frisada dos beirais e só encontro
berços ocos donde não esvoaçam Primaveras.
Das ruinas renasce sempre algo...é preciso acreditar...
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ResponderEliminarOlá Amiga
ResponderEliminarO teu desejo não foi uma ordem, mas também um desejo e um desejo envolvido em muito agrado.
ADOREI! Foi um tempo de leitura saboreado e gostoso.
BEM-ME-QUER fica grato a malvarosa pela partilha.
Que os meus beijos soprados pela brisa desta tarde cheguem até ti quais pétalas perfumadas e se entrelacem nas tuas.
Sempre amiga João
EU SONHO SEMPRE
ResponderEliminarPOR UM MUNDO MELHOR
VIVE CADA MOMENTO
COMO SE FOSSE O MELHOR
QUEM DESEJA SER MELHOR
NÃO PODE DESEJAR MELHOR...
Lindo...lindo...
ResponderEliminarParabéns
Eda
Quando se para de pensar nas ruínas que somos
ResponderEliminarDescobrimos que também já fomos um belo edifício
E que para acabar em pó
Nada mais é preciso que ter sido algo
Na certeza porem que algo ou alguém de nos se lembrará
“Palavras Sábias”
"berços ocos donde não esvoaçam primaveras" é uma forte imagem poética.
ResponderEliminarBeijinho, Fátima.